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DIÁRIO DE BORDO DATA ESTELAR 20120624

Mensagem  Kharan em Seg Jul 23, 2012 8:50 pm

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Após uma missão de reconhecimento, a USS Adventure ficou em doca inicialmente para pequenos reparos, mas depois decidiu-se fazer uma revisão dos sistemas atuais e um planejamento para a implantação de novos sistemas, o que acabou demorando duas semanas.
Assim que a nave foi liberada, recebeu a missão de investigar a interrupção de comunicação de uma das estações de telemetria.
A Adventure partiu com o comodoro Elemer Piek no comando, o tenente Milton Zapatero na estação de ciências, o tenente-comandante Neeo Andel no posto de engenharia, eu na estação tática e o cadete Herekua como piloto.
Chegamos sem incidente a estação e, para evitar qualquer surpresa, o tenente Milton usou os sensores. As leituras indicaram espaço vazio a nossa frente. Tanto melhor.
Atracamos a Aventure e desembarcamos na estação.
Após sondarmos o ambiente, descobrimos que a estação havia sido invadida – muito eficientemente, por sinal – por neocadarsianos, e eles haviam levado o módulo de telemetria, equipamento vital para as que a estação efetuasse suas transmissões, numa clara tentativa de ocultar suas ações nesse setor.
O módulo deveria ser reposto, mas quais eram as suas especificações?
Seguindo o protocolo em caso de invasão, o computador bloqueou os acessos, obrigando a inserir uma senha que ele gerou aleatoriamente, baseada nos dados históricos, científicos ou filosóficos dos diversos povos da Federação.
Decifrada a senha, o computador nos revelou que o módulo de telemetria era da classe 4, o que significa que utilizava 9.780 canais em 65 megawatts. As sondas automáticas indicaram o vetor direcional que a nave usou quando partiu.
Como não possuíamos o equipamento em questão, o comodoro decidiu tentar recuperá-lo e retornamos a Adventure. O tenente-comandante Neeo Andel ficou na estação, em uma tentativa de improvisar uma alternativa.
Iniciamos a perseguição – com o cadete Herekua no posto de engenharia – e, graças a contínua análise da assinatura de dobra e do uso dos sensores, em breve localizamos nosso objetivo. Assim que ordenado, acionei o alerta vermelho!
Os neocadarisanos aparentemente não esperavam uma tentativa de resgate, pois não se encontravam em estado de alerta. Entretanto, isso não significou que o tenente Milton e o cadete Herekua não tiveram que utilizar os canhões. Ao contrário, a batalha foi intensa. Felizmente, nossos artilheiros já conheciam os pontos alvo e, não só destruíram as armas como também danificaram o motor de dobra.
Pessoalmente, agradeço a falta de recursos dos neocadarsianos, que os impedem de efetuar melhorias rapidamente.
Abordamos a nave em duas Tuvix, de acordo com a orientação do comodoro. Ele e o tenente Milton formaram uma equipe, enquanto que eu e o cadete Herekua formamos outra. Conhecendo os neocadarsianos, sabíamos que a batalha ainda não estava vencida.
Desembarcamos e constatamos que outras estações de retransmissão foram atacadas, pois haviam vários módulos de telemetria na área de docagem. Antes que pudéssemos começar a análise dos mesmos, vários cadarsianos começaram a disparar. Enquanto eu procurava o que necessitávamos, os outros revidaram os disparos. Outra batalha intensa, e outra vitória, nos dois sentidos pois, quando meus companheiros eliminaram os atacantes, eu encontrei o módulo procurado. O comodoro ordenou que eu e o cadete Herekua levássemos o equipamento no módulo de carga da Tuvix enquanto ele e o tenente Milton cobririam nossa saída. Mais tarde, eles nos alcançariam com a Adventure.
Cumprimos a ordem e saímos da nave. Pensei em dar cobertura com as armas da Tuvix, mas as ordens do comodoro haviam sido explícitas, então me dirigi em velocidade máxima na direção da estação. Não muito tempo depois, fomos abordados pela Adventure. Nela embarcamos e prosseguimos para a estação.
Após reinstalarmos o módulo de telemetria, voltamos para a DS6.
Fim do diário.”
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DIÁRIO DE BORDO DATA ESTELAR 20120527

Mensagem  Kharan em Qui Maio 31, 2012 9:34 pm

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Após algumas semanas de missões tranqüilas de patrulhamento, a USS Adventure foi enviada para investigar a trajetória de um asteróide que foi detectado por um dos satélites de observação da Federação, com a missão de confirmar se essa trajetória apresentava risco a DS6 e, se fosse ocaso, deveríamos o asteróide deveria ser destruído.
O comandante da missão, o tenente Milton Zapatero, acatou a sugestão do comodoro Elemer Piek que os recém admitidos cadetes Dagerone e Herekua participassem da missão. O comodoro argumentou que a missão envolvia pouco risco, e essa prática seria de grande utilidade para os cadetes.
Dessa forma, a Adventure partiu com a seguinte tripulação: o tenente Milton Zapatero no comando, o comodoro Elemer Piek na navegação, o cadete Dagerone no posto tático, o cadete Herekua na estação de ciências e eu novamente na estação de engenharia.
Alcançamos a região onde esperávamos encontrar o asteróide e não nos decepcionamos. Lá estava ele e, não só sua trajetória o levaria perigosamente perto da DS6 como era composto de metais densos, o que fariam com que causasse muito estrago em caso de alguma colisão.
Seguindo ordens, eu e o cadete Herekua assumimos os canhões – graças a nova tecnologia que permite as estações de ciências e engenharia controlarem os canhões de bombordo e boreste, respectivamente – e abrimos fogo.
A destruição do asteróide demorou mais do que eu esperava, sem dúvida devido a sua constituição metálica. Enquanto o bombardeávamos chegou uma mensagem de socorro de um planetoide no qual um grupo de comodianos efetua mineração de dilithium. A mensagem informava que a estação de mineração havia sido tomada por neocadarsianos, que saquearam todo o dilithium, e mantinham os comodianos como reféns. A transmissão estava sendo feita de um antigo radio subespacial, que os neocadarsianos não haviam encontrado, pois havia sido colocado em um dos depósitos subterrâneos.
Ao final da leitura da mensagem, o comodoro marcou curso para o planetóide e, assim que o asteróide foi destruído, a Adventure partiu.
Evidentemente estávamos tensos, pois agora havia uma possibilidade razoável de um combate e tínhamos dois novatos a bordo. Mas não havia escolha, afinal era uma em missão de socorro.
Por sugestão do comodoro Elemer Saímos de dobra em coordenadas próximas ao planetóide, mas distante o suficiente para que as possíveis naves neocadarsianas não nos detectassem. Essa medida se mostrou acertada, pois nossos sensores indicaram não uma, mas quatro naves neocadarsianas orbitando o planetóide!
O alerta vermelho foi acionado, polarizando automaticamente a nave – outra inovação extremamente útil! – e novamente eu o cadete Herekua assumimos os postos de combate. Como sabemos que, devido a dificuldade que os neocadarsianos têm em conseguir naves, assim que perdem os armamentos, as naves batem em retirada, nos concentramos em inutilizar esses armamentos, o que conseguimos, graças ao trabalho em conjunto. Devo observar que o cadete Herekua se saiu muito bem no manuseio dos canhões para um novato.
A sondagem do planetóide, que indicou a presença de neocadarsianos. Novamente me preocupei pois, embora o treinamento de combate ministrado seja excelente, o combate em campo é totalmente diferente. Entretanto, não tínhamos escolha e o tenente Milton organizou as equipes de desembarque nas Tuvix: eu (como artilheiro) junto com o cadete Herekua (como piloto); o tenente Milton e o cadete Dangeronne. O comodoro Elemer foi sozinho. Novamente me surpreendi com a forma de pilotar do cadete.
Após pousarmos, nos dirigimos para o centro de processamento, onde os neocadarsianos ensaiaram uma emboscada. O comodoro Elemer ordenou uma “parede de fogo”, ou seja, que avançássemos lado a lado atirando, as pontas dando cobertura aos posicionados no centro, que atacavam.
O cadete Dangeronne executou a manobra de maneira impecável! Já o cadete Herekua saiu da formação, avançando um pouco além do que deveria. De qualquer forma, todos foram abatidos. O sistema de autodesintegração que eles usam é realmente irritante, uma vez que torna difícil fazermos prisioneiros, os quais poderiam revelar informações valiosas.
Penetramos no centro de processamento e, no andar subterrâneo encontramos os comodeanos que haviam sido aprisionados. O líder deles nos informou que os neocadarsianos levaram até o dilithium necessário para o fornecimento de energia do complexo, que estava mantendo o suporte de vida graças a um velho reator, que não se manteria muito tempo em operação.
Realizamos uma busca em uma caverna, mas nada encontramos que pudesse nos auxiliar nessa questão. Entretanto, na superfície do planetóide uma surpresa nos aguardava: os destroços de uma nave de transporte neocadarsiana. Embora danificado, conseguimos recuperar do comuputador de bordo, as seguintes informações:
“Em busca de materiais valiosos, nos deparamos com um Planetóide que nas sondagens preliminares descobrimos que era um planetóide de mineração, muito rico em Dilitium.
Resolvemos então fazer um ataque com 7 naves e roubar a carga que tinham em estoque, conseguimos roubar toda a carga que tinham e marcamos um curso para a nave base cardassiana.
O que é isto ???
Senhor um disparo vindo do planetóide!?!
Manobras evasivas!!!
Tarde de mais preparar para impacto!!!
Perdemos escudos e propulsores, vamos cair!!!
Emitindo um pedido de socorro a nave cardassiana que receberá os Dilitium coordenadas 142,126,2561.”
Afinal, a breve defesa realizada pelos comodianos não havia sido infrutífera como foram levados a acreditar.
As coordenadas do ponto de encontro da nave neocardassiana indicavam esta estava bem mais próxima do planetóide do que esse está da DS6, portanto, poderemos obter cristais de dlilithium muito mais rápido do que se solicitarmos que a DS6 os envie.
Claro que teríamos que “apenas” recuperá-los de uma nave de guerra neocardassiana. Mas o tempo era um fator vital e, bem, os cadetes tinham se saído bem até agora. Além disso, como o lendário capitão Kirk dizia “o risco é o nosso negócio”, de modo que voltamos a Adventure e rumamos às coordenadas do ponto de encontro.
Dessa vez não tivemos sorte e fomos detectados rapidamente. O tenente Milton ordenou alerta vermelho, rapidamente acionado pelo cadete Dagerone. Eu e o cadete Herekua concentramos fogo nos armamentos enquanto éramos alvejados. Felizmente, conseguimos desabilitar as armas inimigas sem qualquer dano relevante.
Com exceção do comodoro Elemer – que dessa vez permaneceu na Adventure, para o caso de alguma nave surgir de surpresa – as mesmas equipes de desembarque foram acionadas e abordamos a nave de guerra neocadarsiana. No hangar haviam vários compartimentos de contenção com cristais de dilithium. Infelizmente, alguns tripulantes da nave usaram suas armas para deixar claro que não éramos bem vindos, mas fomos insistentes quanto a essa posição.
Após eliminarmos a oposição, travamos as portas internas do hangar e optamos por pegar apenas um dos compartimentos de contenção, uma vez que seu conteúdo seria suficiente para manter o centro de processamento comodiano até que eles obtivessem novos cristais. Além do que, certamente o restante da tripulação em breve forçaria sua passagem.
O tenente Milton e os cadates montaram guarda, enquanto renderizei o módulo de carga e o carreguei com um dos compartimentos de contenção. Ao fim da operação, o cadete Herekua se juntou a mim, dessa vez como artilheiro e co-piloto, na missão de levar a carga ao planetóide, e os outros regressaram a Adventure.
Apesar da expectativa, a viagem até o planetóide ocorreu sem incidentes. A carga foi entregue e retornamos a Adventure, que já nos aguardava.
Após recebermos confirmação dos comodianos que tudo estava em ordem, e uma liberação da Frota, retornamos a DS6.
Novamente, quero oficializar os parabéns aos cadetes que, se considerada sua inexperiência, souberam se portar de modo adequado as situações apresentadas.
Fim do diário.”
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DIÁRIO DE BORDO DATA ESTELAR 20120415

Mensagem  Kharan em Seg Abr 16, 2012 9:22 pm

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A USS Adventure foi enviada para investigar a interrupção da transmissão de dados de uma estação automatizada recentemente, com a tripulação oficial: o tenente Milton Zapatero no comando, o tenente-comandante Neeo Andel na engenharia, o capitão Elemer Piek na navegação e eu no meu posto tático. A Tenente AnnaJaneway Quintessa participou dessa missão conosco, assumindo a artilharia de bombordo.
Chegamos sem incidente a estação, e o Sr Milton indicou a mim e ao capitão Elemer para abordarmos a estação e efetuarmos as análises. Infelizmente, não conseguimos obter nenhuma informação útil. Para ser preciso, não obtivemos dado algum, o que significa que uma equipe específica de análise se faz necessária
Quando deixávamos a área detectamos uma nave neocadarsiana. Imediatamente, o Sr Milton ordenou que eu ativasse o alerta vermelho e polarizasse o casco da nave e ao Sr Neeo que assumisse a artilharia de boreste. Rapidamente cumprimos as ordens (embora eu o tenha feito na sequência inversa).
Ao nos aproximarmos, a nave neocadarsiana não só ignoro nossas tentativas de contato como abriu fogo.
Sem outra opção, o Sr Milton ordenou que a artilharia respondesse ao fogo.
A polarização evitou qualquer dano significativo e, em pouco tempo, graças a reposta rápida e eficiente os artilheiros, a nave neocadarsiana foi destruída. Infelizmente, como de praxe, ao perceberem a derrota os tripulantes acionaram a autodestruição.
Após confirmarmos a inexistência de qualquer resíduo que pudéssemos analisar, retornamos a DS6.

Nota pessoal:
Creio que os treinos realizados pela tripulação se mostraram extremamente válidos, nos preparando para essas situações. A lógica indica que esses devem ser retomados e aprimorados.

Fim do diário.”
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DIÁRIO DE BORDO DATA ESTELAR 20120408

Mensagem  Kharan em Seg Abr 16, 2012 9:22 pm

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O comando da DS6 recebeu uma mensagem de uma nave cargueiro relatando uma batalha entre uma ave-de-rapina klingon e uma nave com um design cadarsiano. Segundo o cargueiro, que observou a uma distancia muito segura, a nave cadarsiana foi derrotada caiu uma lua clamada Nescar II que orbita um planetóide afastado do nosso setor.
Consultados, o governo cadarsiano negou qualquer agressão por parte dos klingons, o que indicou ser a nave neocadarsiana. Os klingons, por sua vez, alegaram terem sido atacados e, após a batalha, não havendo sobreviventes, não viram razão para se preocupar com a nave. É justificável essa postura dos klingons, dado que eles pouco se envolveram com os noecadarsianos.
Entretanto, devido a rumores que as pesquisas Neocardassianas para usar o Cadársio como fonte de energia em suas naves, já estavam melhorando a eficiência dos motores, o comando da DS6 especulou que o novo design poderia indicar se a nave um protótipo de teste de campo, hipótese que as leituras atípicas das curvas de energia da nave neocadarsiana, cedidas pelos sensores da nave klingon, parecem confirmar.
A USS Adventure foi enviada para investigar a nave abatida e obter os dados necessários.
Rapidamente nos dirigimos para o local onde a nave havia caído, uma lua clamada Nescar II, com a tripulação oficial: o tenente Milton Zapatero no comando, o tenente-comandante Neeo Andel na engenharia, o capitão Elemer Piek na navegação e eu no meu posto tático.
Ao chegarmos ao local, foi efetuada uma sondagem indicando não haver nenhuma forma de vida humanóide. Mas a nave estava lá. Ótimo. Ou os neocadarsianos não sabiam do ocorrido ou acharam arriscado demais mandar uma nave para fazer o “serviço de limpeza”. Provavelmente o segundo caso, mas, seja como for, vantagem para nós.
Entretanto, considerando a hipótese de ser um protótipo, poderiam haver outras surpresas. Assim, o Sr Milton formou duas equipes de assalto para abordarmos a nave utilizando as naves auxiliares Tuvix, de modo que uma nave desse cobertura a outra. Desembarcamos, eu e o tenente Neeo tripulando uma das Tuvix, e o capitão Elemer, o tenente Milton em outra. O Sr Milton me ordenou que conduzisse as análises com o tricorder, assim que chegássemos ao local.
A nave que localizamos estava realmente muito danificada e, ao seu redor haviam três corpos cardassianos, o que indica que sobreviveram a batalha e a queda o suficiente para saírem da nave. A análise do tricorder indicou a seguinte leitura:
Leitura de DNA identificado: 9ab9-4689-a5ea92b1-4b6c-81a1 cef-2eb5 a5ea c141fc7fc3f-8fe8-4e5f
Nos surpreendemos quando essa leitura se repetiu em TODOS os corpos analisados, o que prova que todos eram clones.
Assim que as buscas no entorno da nave se provaram inúteis, penetramos no interior da mesma, onde encontramos um terminal operacional. A chave do código de acesso me deixou intrigado.
“Elemento químico localizado no terceiro período da família 7A muito importante para a tireóide.”
O elemento químico localizado no terceiro período da família 7A da tabela periódica é o Cloro, entretanto, o elemento químico localizado na família 7A muito importante para a tireóide humana é o Iodo.
A resposta certa se mostrou o Iodo, com o que obtivemos a seguinte informação:
PAINEL CARDASSIANO LIVRE: Consolidação de diário do Capitão Lerok, da nave Neocardassiana Jelark

Diário de bordo: Novo combustível mostra-se de excelente qualidade. Os motores de dobra conseguem resultados muito superiores. São muito animadores os resultados.
Diário de bordo: Os novos soldados também respondem adequadamente. A retirada de forma de pensamento os tornam guerreiros quase tão eficientes quanto os JemHadares. A produção em série possibilitará uma grande vantagem contra a Frota e seus aliados. A idéia de clonagem a partir da tecnologia romulana e a manipulação do Dominium foi um grande achado de nossos líderes. Agora sim, acredito que tenhamos uma grande chance de vencer.
Diário de bordo - Complemento: Fomos detectados por uma nave Klingon. Brrrrrrr...... não temos.......... como sobreviver..........enviando mens.......fin........
Mas ainda houve uma última surpresa.
Mal recuperamos essa informação e um sinal subsônico foi captado, o que fez com que saíssemos da nave no exato tempo em que ela se autodestruía, a nível microscópico. Infelizmente, o protótipo do novo motor estava perdido para nós.
Sem mais material para análise, retornamos a USS Adventure e para a DS6.
Lá, fomos informados que a nave USS Nautilus havia trazido informações sobre a localização da estação na qual estavam sendo produzidas tanto as operações de clonagem como o desenvolvimento dos motores com base no uso do Cardassio.

Nota pessoal:
Essa missão trouxe más notícias para os esforços da Federação nesse setor.
Afinal, nossa principal vantagem sobre os neocadarsianos era que eles não poderiam formar uma frota de batalha. Isso porque o relativamente pequeno numero de seguidores inviabilizavam a formação várias tripulações e sua dependência pelo dilithium como base de propulsão de dobra. Uma vez que a grande maioria das reservas de dilithium se encontram sob o controle da Federação, os neocadarsiano nunca teriam o suficiente para uma frota.
As informações contidas nesse diário de bordo alteraram drasticamente esse quadro, uma vez que permitem aos neocadarsianos autonomia de combustível e tripulação.
Entretanto, questiono a intensidade das ditas melhorias na eficiência devido ao uso do Cadársio, uma vez que os escudos do protótipo da nave neocadarsiana da nossa missão anterior não apresentaram mudanças significativas, o que é comprovado tanto pela análise das leituras dos sensores klingons quanto pelo próprio fato da nave ter sido abatida.
Outro ponto que me intriga: o detalhe da tabela periódica. Seria essa discrepância um indicio de algo que poderemos usar a nosso favor?

Fim do diário.”
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DIÁRIO DE BORDO DATA ESTELAR 20120401

Mensagem  Kharan em Sab Abr 07, 2012 7:48 pm

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A divisão de Ciências da DS6 solicitou a tripulação da USS Adventure um relatório acurado sobre as características dos “bullets” utilizados pela nave.
A análise foi conduzida pelo tenente Milton Zapatero, no comando da USS Adventure, o tenente-comandante Neeo Andel na artilharia de boreste e eu na artilharia de bombordo, o capitão Elemer Piek na navegação. Alguns tripulantes da USS Andor iniciaram a pesquisa na USS Adventure, mas depois resolveram conduzir sua própria pesquisa na sua nave.
Após exaustivos estes, segue os resultados prelimienares:

O kiblaster 100 é um bullet preciso, que possui um efeito localizado ao alvo (pontual), não causa dano ao avatar atingido, causa grande dano em robos, não ricocheteia e não é perfurante.
O torpedo é preciso, causa grande dano tanto ao avatar atingido como a robôs, possui efeito localizado ao alvo (pontual), ricocheteia e é perfurante.
O bullet Gama é impreciso, com alto índice de ricochete e causa grande dano em robôs.
O plasma é um bullet que não ricocheteia, causa pouco dano ao avatar atingido, mas tem efeito retardado de explosão sem efeito.
O bullet shock possui alto índice de ricochete, dano alto no robô, dano reduzido ao avatar e possui efeito de área no alvo.
O missil é um bullet controverso, uma vez que o operador perde o controle da sua trajetória.
O bullet disrruptor é preciso, e causa danos leves nos alvos
A bomba de fumaça é um bullet que não causa dano, criando um efeito de cortina de fumaça muito eficaz para uso quando houverem avatares escondidos
O bullet teleporte cria um ponto para o uso do tp da nave, porém um um segundo tiro elimina o primeiro ponto de tp.
Esses resultados serão duplicados na divisão de ciências para apreciação de todos os tripulantes da estação, bem como sugestões de melhorias técnicas.

Fim do diário.”
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DIÁRIO DE BORDO DATA ESTELAR 20120325

Mensagem  Kharan em Ter Mar 27, 2012 11:33 am

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Através da análise dos dados obtidos na Data estelar 120329 pelas naves USS Adventure e USS Náutilus, e do tráfego de naves neocadarsianas na região do planetóide chamado Cru, o comando da Frota Estelar descobriu que esse planetóide era a fonte do mineral chamado de Cardassio.
A USS Adventure foi designada para ir até Cru e obter uma amostra do Cardassio e trazê-la para a DS6 para um estudo profundo de suas propriedades.
Novamente, o tenente Milton Zapatero assumiu o posto de capitão interino da USS Adventure, o capitão Elemer Piek, que assumiu a estação de ciências, o tenente-comandante Neeo Andel na artilharia de boreste e eu na minha posição de oficial tático.
Considerando o tráfego de naves neocadarsianas no local, estávamos cautelosos sobre um possível confronto. Entretanto, chegamos ao planetóide sem qualquer conflito.
Seguindo a sugestão do capitão Elemer, o tenente Milton ordenou o lançamento de sondas, executados pelo tenente-comandante Neeo. O resultado da análise indicou a presença de cardássio, bem como de soldados neocadarsianos.
Desembarcamos, eu e o tenente Neeo tripulando uma das Tuvix, e o capitão Elemer, o tenente Milton em outra, escolhendo um local de pouso que permitisse uma busca com menores chances de confronto, uma vez que essa não era a prioridade.
As coordenadas obtidas pela sondagem da Adventure nos levaram a uma caverna na qual, inexplicavelmente, não havia traços do mineral, embora fosse inegavelmente um local de mineração, cujo veio já estava esgotado. Teorizo que a quantidade de micro partículas dispersas pelo ambiente possam ter originado o sinal falso.
Se por um lado não havia cardássio, encontramos um terminal de computador cujos bancos de memória haviam sido apagados. Entretanto, graças à tecnologia dos nossos tricorders, consegui extrair a ultima entrada.

“Diário de bordo neocardassiano
Recentemente descobrimos que neste planeta tinha uma fonte de mineiro cardassio. Secretamente começamos a explorá-lo.
O último minério que conseguimos extrair transportamos para uma nave de carga neocardassiana nas imediações do planeta Cru em um container pronto pra ser levado para uma nova base secreta Neocardassiana.
Fim do diário.”

A entrada do registro indicava que a nave havia partido há pouco tempo. Considerando a ausência de cadarssio no planetóide a alternativa lógica seria alcançar o interceptar a nave com a última remessa.
Retornamos a Adventure, localizamos e seguimos a trilha de íons deixados pelos motores da nave neocadarsiana de modo que, em breve, estabelecemos contato, primeiro em nossos sensores e depois, visual.
Uma analise específica revelou ausência de formas de vida a bordo.
Estranhando o fato, uma segunda análise foi efetuada revelando a presença de nada menos que 14 neocadarsianos.
Repetimos as equipes de desembarque, novamente usando as Tuvix. Os tenentes Milton e Neeo usaram as armas para diminuir o “comitê de boas-vindas” no hangar, o que nos permitiu efetuar o desembarque. Mesmo assim, tivemos que abrir caminho a tiro, mas conseguimos eliminar os noecadarsianos restantes, embora eu e o capitão Elemer tenhamos sido feridos.
Conseguimos localizar o cardassio, e o capitão Elemer sugeriu que eu renderizasse o módulo de carga e transportasse o minério até a DS6, sendo escoltado por ele em outra Tuvix. Ele transportou os tenentes Milton e Neeo de volta a Adventure, para nos fornecerem apoio.
Executando esse plano, seguimos em comboio até a DS6, sem qualquer novo incidente, onde deixei o contêiner com o mineral na área de carga do hangar.
Após uma breve reunião de avaliação, o capitão interino Milton Zapatero dispensou a tripulação.
Como uma observação pessoal, devo acrescentar que achei o novo uso da tecnologia em desenvolvimento do raio trator como um sistema de pouso automático das naves auxiliares na Adventure tão útil quanto criativo.
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DIÁRIO DE BORDO DATA ESTELAR 20120311

Mensagem  Kharan em Ter Mar 13, 2012 11:28 am

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Após o retorno do período de licença, fui enviado a uma missão de pesquisa para auxílio medico e não pude participar da missão realizada pela tripulação na data estelar de 20120329.
Na presente data, a USS Adventure foi designada para realizar uma patrulha de rotina, sendo a tripulação composta pelo tenente Milton Zapatero, como capitão interino a USS Adventure, o capitão Elemer Piek, que assumiu a estação de navegação, o tenente Jr Sanival Writer, como oficial de ciências e eu na minha nova posição como oficial tático.
Uma região relativamente tranquila nos foi designada, com o objetivo de termos oportunidade de nos adaptarmos às novas designações, de modo a aumentar a eficiência da equipe.
Ledo engano.
Mal havíamos chegado a região quando fomos alertados pelo comando da DS6 que uma nave neocadarsiana havia sequestrado dois cientistas da federação, que realizavam sua pesquisa em uma base isolada localizada em um asteroide. O curso de fuga da nave a traria próximo a nossa área de patrulha, portanto deveríamos intercepta-la e resgatar os cientistas.
Infelizmente, a nave neocadarsiana nos detectou antes que o fizéssemos e abriu fogo antes de levantarmos os escudos ou polarizarmos o casco. A nave inimiga possuía quatro canhões em, dois a bombordo e dois a boreste, posições simétricas.
Uma retirada rápida e uma ótima estrutura da nave evitou o pior.
Por sorte, os neocadarsianios estavam mais interessados em fugir do que em nos destruir, ou talvez tenham assumido que nós estávamos batendo em retirada em definitivo.
Seja como for, polarizamos o casco e o tenente Jr Sanival assumiu o posto da artilharia de bombordo e eu da artilharia de boreste.
Uma vez preparados, a batalha foi intensa, mas relativamente tranquila, devido a eficiência de nossos equipamentos.
Após desabilitarmos as armas e o danificarmos parcialmente a propulsão, o tenente Milton formou duas equipes de assalto para abordar a nave utilizando as Tuvix.
Pela primeira vez a nossa parceria na Tuvix não foi utilizada. Assumi a posição de piloto enquanto o tenente Jr Sanival assumiu a artilharia.
Abordamos a nave e encontramos resistência armada. Tanto eu quanto o tenente Jr Sanival sofremos ferimentos, mas não o suficiente para justificar nossa retirada. O capitão Elemer e o tenente Milton conseguiram, com nosso apoio, forçar um recuo dos neocadarsianos, com o óbvio intuito de reagrupar e contra atacar. Agindo rapidamente, localizamos e teleportamos os cientistas para a Adventure.
Quando os neocadarsianos retornaram, já estávamos nas Tuvix deixando a nave.
Com a nave sem armas, eles bateram em retirada antes mesmo de chegarmos a Adventure.
Retornamos a DS6, após reconduzir os cientistas ao seu laboratório.
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DIÁRIO DE BORDO DATA ESTELAR 20111208

Mensagem  Kharan em Ter Mar 13, 2012 10:43 am

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Na presente data, aceitando uma sugestão do capitão Elemer, assumo o pasto de Oficial Tático da USS Adventure.
Espero poder efetuar boas contribuições a nave !



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Re: =/\=DIÁRIO DE BORDO - TÁTICO=/\=

Mensagem  uriel aeon em Qua Dez 01, 2010 10:56 pm

Data estelar 101128,executamos um treinamento tático em nosso holodeck a base do treinamento foi "p1,p2 e p3" descobrimos qual a melhor tática,bullet e armas que devemos usar em salvamento de reféns foi muito prestativo pois aprendemos muito e usaremos esta táticas contra possíveis inimigos!!! Agradeço ao Capitão pela oportunidade!

http://img577.imageshack.us/i/snapshot009.png/

http://img140.imageshack.us/i/snapshot004e.png/

http://img228.imageshack.us/i/snapshot001v.png/

http://img827.imageshack.us/i/snapshot007.png/
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Re: =/\=DIÁRIO DE BORDO - TÁTICO=/\=

Mensagem  uriel aeon em Dom Nov 21, 2010 8:49 pm

=A= Computador iniciar gravação=A=
Data Estelar 101121 assumi o posto do Tático na nave U.S.S Adventure,realizamos o reconhecimento geral da nave em enfase os armamentos, descobrimos também que muitos dos armamentos são ineficazes com os escudos acionados.
=A= Fim da gravação Lcars.Menu.System=A=
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=/=DIÁRIO DE BORDO - TÁTICO=/=

Mensagem  Elemer Piek em Dom Nov 21, 2010 11:04 am

Aqui será postado o diário de bordo do oficial do Tático da USS Adventure NCC 74508

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